A Nova York que eu estou conhecendo é cheia de nuances. É tênue, apesar de tão enfática. É singular, mesmo sendo tão plural. É só e vai sozinha. Como era antes? Não sei. Mas ninguém, nem Nova York, poderia sobreviver sem nenhum arranhão.
Quem quiser sentir um pouco do que os moradores daqui viveram há seis anos pode visitar o Tribute WTC e uma exposição de fotos na New York Historical Society. Abaixo, um pedaço pequeno de um painel enorme com fotos, cartões e lembranças dos 2.749 mortos daquele 11 de setembro.
Quando fomos visitar o campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, na Polônia, nossa guia terminou o tour dizendo que o objetivo de manter tudo aquilo de pé é não deixar ninguém esquecer. Acho que aqui vale o mesmo.
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