20 de jan. de 2008

Para dar jazz

Nova York está sempre lotada de turistas. Não sei como era antes, mas desde que cheguei me impressiono com a quantidade de gente, máquinas fotográficas a postos, nas ruas, lojas, museus, bares, mais lojas, metrô... Ontem li que 2007 foi o ano em que a cidade mais recebeu turistas—46 milhões de pessoas deram uma passadinha por aqui, e gastaram 28 bilhões de dólares. Nada mau.

Pois bem, boto minha mão no fogo que pelo menos uns 3 milhões dessa galera toda estavam aqui no Natal. Por todos os lados. Inclusive na fila do Blue Note. Um amigo (turista, parte do grupo dos 3 milhões.... rs), sonhava em ir ao Blue Note. A casa de jazz famosérrima (e para alguns, decadente) habita o imaginário dos fãs de jazz por aí. Tentamos um dia, ele tentou outros dois. Nada feito. Mesas esgotadas, filas gigantescas na porta pra entrar. Quer vir e quer ir ao Blue Note? Compre sua entrada antes.

E se o planejamento não rolar, vá ao The Village Vanguard. Boa música, tranqüilo, mais barato. Vale muito a pena.

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