Fotinhos de Phili:
17 de mar. de 2008
Museu que dá gosto
Boa da semana: Philadelphia Museum of Art. Sexta à noite, uma exposição bacanérrima sobre a Frida Kahlo rolando, jazz no vão principal, cervejinha, petiscos, crianças, todo mundo numa boa. Guardas fofos, staff simpático. Enfim, PROGRAMÃO! De carro são duas horas de NY (quando o GPS não enlouquece... Descobrimos depois que GêPêEsses costumam enlouquecer na Philadelphia. O nosso ficava nos levando em círculos... rs) Ah, e a escada do Rocky Balboa, a famosa e interminável escada, fica bem ali.
Fotinhos de Phili:

Fotinhos de Phili:
1 de mar. de 2008
A farewell
Bye, fevereiro. Não gosto muito de personalizar, mas vc foi dureza. Março pra mim sempre foi meio Ano Novo, porque chega junto com o meu aniversário. Então, assim será. Um mês novinho, com idade nova também, pra chacoalhar a energia parada.
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E pra chacoalhar de vez, arranjei também um emprego novo. Um desses bem inesperados, em uma área que nunca pensei em trabalhar, com uma exposição um pouco maior do que a que eu gosto, mas tudo parece muito divertido. E meu chefe novo, até que se prove o contrário, é um amor.
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Lucas, filho da minha querida amiga, nasceu. Hoje batemos papo e fiquei rindo das suas desventuras, mas a verdade é que dá medo. Como bom bebê, ele não consegue pegar o peito. E aí faz-se a fila dos palpiteiros, que quase enlouquecem uma mulher que já está suficientemente enlouquecida. Ele passa fome, claro, e chora. E ela, com um corte doloridíssimo na barriga, ainda tem que levantar, pegar, trocar, tentar, enfim. Pelo menos conseguimos rir de tudo isso. Agora, gente que vai fazer visita e fica 4 horas, pelo-amor-de-Deus, hein? Bora se tocar?
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Estamos fazendo pilates, eu e marido. Por que eu nunca consigo achar nada dentro de uma academia "uma delícia"? Meu sonho é sair de uma aula dessas ou qualquer outra coisa que me faça suar, e dizer, ai, que delícia. Até hoje, nunca.
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Dica de leitura bloguística: www.desdecuba.com/generaciony. Vale a pena. Ultimamente, nada tem me tirado mais do sério do que gente defendendo o que Fidel fez com aquela ilha e com aquelas pessoas. E eu admito tristemente que já acreditei na Revolução, e que um dos primeiros livros de adulto que li, aos 13 anos, foi a biografia de Che Guevara escrita pelo Jon Lee Anderson. Mas manter uma ditadura, sob qualquer pretexto, direita ou esquerda, com objetivos nobres ou sem objetivo nenhum, não dá. E sai um, de 81 anos, assume outro, de 76. Yoani, realmente, não é fácil. Conversamos bastante, para uma matéria que escrevi, e fiquei com vontade de xerocar Yoanis e distribuir por aí.
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E pra chacoalhar de vez, arranjei também um emprego novo. Um desses bem inesperados, em uma área que nunca pensei em trabalhar, com uma exposição um pouco maior do que a que eu gosto, mas tudo parece muito divertido. E meu chefe novo, até que se prove o contrário, é um amor.
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Lucas, filho da minha querida amiga, nasceu. Hoje batemos papo e fiquei rindo das suas desventuras, mas a verdade é que dá medo. Como bom bebê, ele não consegue pegar o peito. E aí faz-se a fila dos palpiteiros, que quase enlouquecem uma mulher que já está suficientemente enlouquecida. Ele passa fome, claro, e chora. E ela, com um corte doloridíssimo na barriga, ainda tem que levantar, pegar, trocar, tentar, enfim. Pelo menos conseguimos rir de tudo isso. Agora, gente que vai fazer visita e fica 4 horas, pelo-amor-de-Deus, hein? Bora se tocar?
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Estamos fazendo pilates, eu e marido. Por que eu nunca consigo achar nada dentro de uma academia "uma delícia"? Meu sonho é sair de uma aula dessas ou qualquer outra coisa que me faça suar, e dizer, ai, que delícia. Até hoje, nunca.
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Dica de leitura bloguística: www.desdecuba.com/generaciony. Vale a pena. Ultimamente, nada tem me tirado mais do sério do que gente defendendo o que Fidel fez com aquela ilha e com aquelas pessoas. E eu admito tristemente que já acreditei na Revolução, e que um dos primeiros livros de adulto que li, aos 13 anos, foi a biografia de Che Guevara escrita pelo Jon Lee Anderson. Mas manter uma ditadura, sob qualquer pretexto, direita ou esquerda, com objetivos nobres ou sem objetivo nenhum, não dá. E sai um, de 81 anos, assume outro, de 76. Yoani, realmente, não é fácil. Conversamos bastante, para uma matéria que escrevi, e fiquei com vontade de xerocar Yoanis e distribuir por aí.
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